Ah! Ler! Existem poucas coisas na vida que eu goste mais de fazer do que “degustar” um bom livro. Digo degustar porque livro bom é igual comida, o ideal seria apreciar vagarosamente, mas temos a tendência de devorá-lo rapidamente para aplacarmos nossa fome insaciável. Sei que não estou sozinha neste gosto, mas que sou uma dentre milhares de devoradores de livros. Ontem mesmo estava lendo no blog das Garotas o post que a Clara dedicou para falar sobre seus livros e personagens preferidos. Não vou negar que foi esse post que me inspirou para escrever estas linhas. Fui pra casa e fiquei matutando sobre os meus preferidos. Me lembro de, ainda menina, ler inúmeras vezes alguns livros que ficaram até gastos (pobrezinhos!) como “Meu Pé de Laranja Lima” e “Coração de Vidro”. Li e chorei, porque não sei se já falei aqui, sou uma chorona de carteirinha... Choro mesmo, com livro, com filme e até mesmo com música (o que vai se fazer?!). Já na adolescência devorei as “Brumas” e todos os demais “Best Sellers” (alguns de gosto duvidosos, confesso) que estavam disponíveis na estante de casa. Os bons, eu releio sempre que posso (ah! adoro reler também. acho que fico com pena de a estória acabar, então dou um tempo pra esquecer e leio novamente. e garanto que a emoção é a mesma). Na verdade, nessa época eu não tinha muitas frescuras para selecionar o que ler não. O que caia na mão eu lia. Além dos livros de casa eu devorava também os da biblioteca municipal. Eu ia lá pelo menos uma vez na semana, pegava dois ou três, levava pra casa e pronto! Banquete servido! Hoje escolho os livros com um pouco mais de cuidado. Acho que é por ter pouco tempo disponível para dedicar a leitura. Logo preciso escolher bem. Enquanto antes conseguia acabar com um em dois dias (até em um único dia) hoje levo semanas. Mas não deixo de ler! Acho que jamais deixarei. Minhas primeiras recordações sobre a leitura são de ver minha mãe no sofá da sala, lendo. Acho que foi por isso que me apaixonei pelos livros. Achava tão lindo ver alguém com um livro na mão! Hoje tento fazer meu pequeno se apaixonar também. Apesar da pouca idade, ele já conta com uma biblioteca bastante interessante, com pequenos livros de quase todas as estórias infantis conhecidas. A biblioteca dele fica dentro de uma caixa de sapatos que ele carrega para cima e para baixo. É uma delícia ver ele brincando com seus livrinhos. Por hora ele só brinca mesmo, mas vejo que ele já tem uma intimidade muito bacana com eles. Bom, fico por aqui e vou ler um pouquinho (rs). Um grande bj e até a próxima.30 de novembro de 2005
Livros
Ah! Ler! Existem poucas coisas na vida que eu goste mais de fazer do que “degustar” um bom livro. Digo degustar porque livro bom é igual comida, o ideal seria apreciar vagarosamente, mas temos a tendência de devorá-lo rapidamente para aplacarmos nossa fome insaciável. Sei que não estou sozinha neste gosto, mas que sou uma dentre milhares de devoradores de livros. Ontem mesmo estava lendo no blog das Garotas o post que a Clara dedicou para falar sobre seus livros e personagens preferidos. Não vou negar que foi esse post que me inspirou para escrever estas linhas. Fui pra casa e fiquei matutando sobre os meus preferidos. Me lembro de, ainda menina, ler inúmeras vezes alguns livros que ficaram até gastos (pobrezinhos!) como “Meu Pé de Laranja Lima” e “Coração de Vidro”. Li e chorei, porque não sei se já falei aqui, sou uma chorona de carteirinha... Choro mesmo, com livro, com filme e até mesmo com música (o que vai se fazer?!). Já na adolescência devorei as “Brumas” e todos os demais “Best Sellers” (alguns de gosto duvidosos, confesso) que estavam disponíveis na estante de casa. Os bons, eu releio sempre que posso (ah! adoro reler também. acho que fico com pena de a estória acabar, então dou um tempo pra esquecer e leio novamente. e garanto que a emoção é a mesma). Na verdade, nessa época eu não tinha muitas frescuras para selecionar o que ler não. O que caia na mão eu lia. Além dos livros de casa eu devorava também os da biblioteca municipal. Eu ia lá pelo menos uma vez na semana, pegava dois ou três, levava pra casa e pronto! Banquete servido! Hoje escolho os livros com um pouco mais de cuidado. Acho que é por ter pouco tempo disponível para dedicar a leitura. Logo preciso escolher bem. Enquanto antes conseguia acabar com um em dois dias (até em um único dia) hoje levo semanas. Mas não deixo de ler! Acho que jamais deixarei. Minhas primeiras recordações sobre a leitura são de ver minha mãe no sofá da sala, lendo. Acho que foi por isso que me apaixonei pelos livros. Achava tão lindo ver alguém com um livro na mão! Hoje tento fazer meu pequeno se apaixonar também. Apesar da pouca idade, ele já conta com uma biblioteca bastante interessante, com pequenos livros de quase todas as estórias infantis conhecidas. A biblioteca dele fica dentro de uma caixa de sapatos que ele carrega para cima e para baixo. É uma delícia ver ele brincando com seus livrinhos. Por hora ele só brinca mesmo, mas vejo que ele já tem uma intimidade muito bacana com eles. Bom, fico por aqui e vou ler um pouquinho (rs). Um grande bj e até a próxima.29 de novembro de 2005
A arte da direção
Na verdade, eu e o maridão não fizemos nenhuma combinação a respeito de como os posts devem ser feitos, ou seja, não existe nenhuma obrigação de que nossos comentários sejam complementados ou rebatidos pela parte oposta (ou complementar). Mas, devido ao assunto polêmico que foi levantado, decidi me posicionar. Meu querido esposo dividiu a espécie humana em duas classes: as que gostam de dirigir e as que sofrem desesperadamente quando tem de fazê-lo. Eu não simplificaria tanto assim, pois acredito que um grande número de pessoas exerça a tarefa de dirigir sem que isso seja um prazer ou um tormento, mas apenas como uma coisa que tem que ser feita. Infelizmente, eu me enquadro na classe dos que sofrem desesperadamente. Juro pra vocês que poderia passar toda a minha existência sem ter que lidar com o volante de um carro. Mas como a vida não é tão simples assim, e as obrigações do dia-a-dia requerem muitas vezes o uso dessa maquina infernal mas muito útil, eventualmente me deparo com a situação de ter que sentar no banco esquerdo do carro. Confesso que conseguir minha habilitação não foi uma das tarefas mais difíceis da minha vida, uma vez que foi preciso fazer a prova de direção apenas uma vez, mas as aulas já foram uma amostra de como minha inabilidade no volante seria um problema no futuro. Uma vez com minha CNH na mão, decidi fazer um teste e peguei nosso lindo carrinho para ir até a casa da minha mãe. O trajeto transcorreu sem maiores percalços, mas decidimos esticar o treino e tive que enfrentar a primeira via-expressa da minha vida. Foi uma experiência terrível! E a partir desta data decidi que iria aposentar minha habilitação. Isso foi em 2001 e somente este ano tive a coragem de tentar novamente. E mesmo assim, essa nova tentativa foi impulsionada por estarmos agora morando em uma cidade tranqüila, com um trânsito bastante mais civilizado. Mesmo assim, sofro a cada vez que tenho que pegar o maldito carro. Mas vou levando... Ainda tenho esperança de que passando um tempo (quem sabe um milênio) eu consiga me sentir a vontade no volante... Por hora, vou partilhando meus sentimentos com vocês e incentivando todos aqueles que sofrem com um problema similar...
Um grande bj e até a próxima.
Um grande bj e até a próxima.
24 de novembro de 2005
Direção x Emoção
Vou falar um pouco sobre um dos assuntos que mais gosto. Direção. Nada a ver com cinema ou teatro. Tô falando de direção no sentido de guiar um carro. Bah, guiar não porque quem guia é cachorro de cego. Ah, cê entendeu. Então. De vez em quando fico pensando assim: "porque é que pra mim dirigir é uma das coisas mais prazerosas e pra outras pessoas é um tormento?" Até hoje não consegui entender. Aprendi a dirigir de um jeito muito esquisito. Andando no carro do pai (até aí tudo normal), mas só andava quando estava na casa de praia do meu tio, o que normalmente acontecia uma vez no ano. Agora cê imagina a angústia de esperar o ano todo pra ter outra "aula". Bom, isso foi até os 16 anos. Depois disso, passei a fazer trajetos curtos perto de casa com minha mãe do lado. No dia que fiz 18 anos, fiz também a matrícula na auto-escola, mas já sabia dirigir. Fiz lá as aulas, treinei a maldita baliza até cumpri-la em 1/3 do tempo máximo permitido, e fiz a prova no dia 05/09/1995. Ah, claro, a prova prática. Porque a escrita, apesar de ter que decorar, era fácil. Então. Passei de primeira na prova prática, sem cometer nenhum erro. Lembro que me sentia tranquilo antes da prova, um pouco ansioso talvez, mas tranquilo. Fui lá, fiz o raio da baliza, depois o cara entrou no carro, demos a volta no Maracanã e pronto. Protocolo na mão. No papel, eu estava apto mas não podia dirigir. Cheguei em casa com a notícia, mas alterei um pouquinho o discurso, dizendo que já podia dirigir normalmente. A história colou, e a partir daí minha mãe me passou o bastão. Lembro que minha primeira saída foi logo pra pegar a estrada. Linha Vermelha depois Rio-Petrópolis. Eu tava realizado.
Lá se vão dez anos desde a data da primeira habilitação, mas a emoção continua a mesma. Dirigir me relaxa quando estou cansado, dirigir me desperta quando tô com a cabeça meio lerda, e dirigir levanta o meu astral se eu estiver murcho. Sei que essas emoções ou sensações não são assim pra todo mundo. Mas gostaria que fosse. Vejo pessoas sofrendo a cada vez que ligam o carro ou então a cada vez que têm apenas que manobrar. Manobrar não é dirigir, mas pra algumas pessoas é um tormento do mesmo jeito. O que dizer então à essas pessoas? Costumo dizer o seguinte: "me paga o salário que eu ganho que eu dirijo pra você o dia todo!"
Lá se vão dez anos desde a data da primeira habilitação, mas a emoção continua a mesma. Dirigir me relaxa quando estou cansado, dirigir me desperta quando tô com a cabeça meio lerda, e dirigir levanta o meu astral se eu estiver murcho. Sei que essas emoções ou sensações não são assim pra todo mundo. Mas gostaria que fosse. Vejo pessoas sofrendo a cada vez que ligam o carro ou então a cada vez que têm apenas que manobrar. Manobrar não é dirigir, mas pra algumas pessoas é um tormento do mesmo jeito. O que dizer então à essas pessoas? Costumo dizer o seguinte: "me paga o salário que eu ganho que eu dirijo pra você o dia todo!"
22 de novembro de 2005
Um pouco da História de Nós Dois
Bem, como sobrou pra mim a tarefa de escrever o post de hoje (não que a gente escreva todos os dias, mas devido aos comentários recebidos, estamos mais animados do que nunca), uma vez que o maridão está ausente em uma missão profissional, decidi falar um pouquinho sobre quem somos nós e como essa História começou.
Tem um montão de gente que nos conhece que diz que somos malucos, que nosso casamento está fadado ao fracasso. O fato é que essas pessoas se espantam quando dizemos que trabalhamos juntos, NA MESAM SALA. Eu sei... A maioria dos casais surtaria se estivesse na mesma situação. Mas acontece que essa nossa fórmula de convívio diário (24x7) tem funcionado há, deixem ver..., quase 10 anos (ih! isso tudo?!).
Nós nos conhecemos na faculdade, quando entramos para a mesma turma do primeiro semestre de 1995. Durante o primeiro ano de faculdade, fomos apenas bons amigos (de verdade!). Eu copiava a matéria e ele tirava xérox do meu caderno. E assim foi até as férias de janeiro de 1996, durante a qual eu estava fazendo um bico na divulgação de um curso e ele se ofereceu para me ajudar (apenas como amigo!). E foi durante esses dias quentes de verão, entre um chope e uma enchente, que a coisa rolou (deixe-me esclarecer: a coisa aqui se restringe ao nosso primeiro beijo).
Resumindo, desde então não nos desgrudamos mais. Passamos os quatro anos seguintes estudando para conseguir sair da maldita faculdade (não que eu não tenha gostado da faculdade, mas como foi difícil terminar!). Nos dois anos depois da formatura sofremos unidos os dissabores de fazer nossas teses de mestrado (parece mesmo que a gente gosta de sofrer!), e decidimos que já era hora de juntarmos as escovas de dente. Por fim, enquanto nos aventurávamos rumo às nossas teses de doutorado (definitivamente nós gostamos de sofrer!), surgiu um fantástico concurso público (sonho de 10 entre 10 brasileiros com o mínimo de juízo – tá bom, nem todo mundo tem saco de ser funcionário público, mas até que não é ruim...) com duas vagas na nossa área. Fizemos, passamos e começamos a dividir a sala, situação que deve permanecer inalterada pelos próximos 35 anos, se tivermos sorte.
É claro que nem tudo é cor-de-rosa (ou azul, minha cor favorita). Tem dias que o mau humor (ou a TPM) reina e tem cara amarrada pra todo canto. Vivemos crises e problemas semelhantes aos de qualquer casal de 29 anos (ih! falei a idade!). Mas na maior parte do tempo conseguimos nos entender muito bem, até mesmo sem palavras. Na verdade, quando fico assim sozinha como hoje parece que está faltando alguma coisa (o que será?!).
Brincadeiras a parte, esse maridão bacana que eu tenho foi capaz de me dar, há mais ou menos um ano e meio, o presente mais lindo do mundo (e que parece uma miniatura dele mesmo!). Seguem fotos: a primeira do maridão e a segunda do meu pequeno.
Um grande bj e até a próxima.
Tem um montão de gente que nos conhece que diz que somos malucos, que nosso casamento está fadado ao fracasso. O fato é que essas pessoas se espantam quando dizemos que trabalhamos juntos, NA MESAM SALA. Eu sei... A maioria dos casais surtaria se estivesse na mesma situação. Mas acontece que essa nossa fórmula de convívio diário (24x7) tem funcionado há, deixem ver..., quase 10 anos (ih! isso tudo?!).
Nós nos conhecemos na faculdade, quando entramos para a mesma turma do primeiro semestre de 1995. Durante o primeiro ano de faculdade, fomos apenas bons amigos (de verdade!). Eu copiava a matéria e ele tirava xérox do meu caderno. E assim foi até as férias de janeiro de 1996, durante a qual eu estava fazendo um bico na divulgação de um curso e ele se ofereceu para me ajudar (apenas como amigo!). E foi durante esses dias quentes de verão, entre um chope e uma enchente, que a coisa rolou (deixe-me esclarecer: a coisa aqui se restringe ao nosso primeiro beijo).
Resumindo, desde então não nos desgrudamos mais. Passamos os quatro anos seguintes estudando para conseguir sair da maldita faculdade (não que eu não tenha gostado da faculdade, mas como foi difícil terminar!). Nos dois anos depois da formatura sofremos unidos os dissabores de fazer nossas teses de mestrado (parece mesmo que a gente gosta de sofrer!), e decidimos que já era hora de juntarmos as escovas de dente. Por fim, enquanto nos aventurávamos rumo às nossas teses de doutorado (definitivamente nós gostamos de sofrer!), surgiu um fantástico concurso público (sonho de 10 entre 10 brasileiros com o mínimo de juízo – tá bom, nem todo mundo tem saco de ser funcionário público, mas até que não é ruim...) com duas vagas na nossa área. Fizemos, passamos e começamos a dividir a sala, situação que deve permanecer inalterada pelos próximos 35 anos, se tivermos sorte.
É claro que nem tudo é cor-de-rosa (ou azul, minha cor favorita). Tem dias que o mau humor (ou a TPM) reina e tem cara amarrada pra todo canto. Vivemos crises e problemas semelhantes aos de qualquer casal de 29 anos (ih! falei a idade!). Mas na maior parte do tempo conseguimos nos entender muito bem, até mesmo sem palavras. Na verdade, quando fico assim sozinha como hoje parece que está faltando alguma coisa (o que será?!).
Brincadeiras a parte, esse maridão bacana que eu tenho foi capaz de me dar, há mais ou menos um ano e meio, o presente mais lindo do mundo (e que parece uma miniatura dele mesmo!). Seguem fotos: a primeira do maridão e a segunda do meu pequeno.
Um grande bj e até a próxima.
21 de novembro de 2005
Ah! O Natal!
Não adianta! Por mais que eu tente, não consigo deixar de me emocionar quando vai chegando dezembro (tá bom! meio de novembro) e percebo que o Natal está próximo. Bem que eu já tentei me livrar disso, por que sei que é um feriado comercial e coisa e tal, mas quando vejo uma vitrine enfeitada com luzinhas e bolas douradas e vermelhas sinto acender lá dentro aquele foguinho velho conhecido das expectativas geradas pelo dia 24 de dezembro. Então desisti de lutar e me rendi! Curto muito montar a árvore (mesmo que leve o dia inteiro) e enfeitar a varanda. Principalmente agora que o meu pequeno está começando a se ligar. Ontem mesmo não pude resistir e comprei uma árvore-gigante com enfeites maravilhosos, e agora lá está ela, reinando absoluta na minha sala de estar. E não se engane, tenho um prazer delicioso de ligar suas luzinhas todas as noites e ficar lá, sonhando com a Véspera de Natal.E convenhamos, Véspera de Natal é “tudo que há”. Ainda me lembro dos Natais da minha infância, quando minha mãe passava o dia inteiro fazendo comidas deliciosas para encher aquela mesona e as barrigas dos familiares. É claro que hoje a ceia é bem mais simples (e mais light), porque não há balança nem colesterol que agüente, mas ainda dá pra sonhar com os quitutes a serem degustados enquanto esperamos o Papai Noel.
Nos últimos anos, por um motivo ou outro, eu o maridão não temos tido chance de desfrutarmos de festas natalinas muito bacanas. Mas esse ano “tudo vai ser diferente”. Começando pela árvore-gigante, estou disposta a organizar um Natal inesquecível para minha pequena (mas deliciosa) família.
E aproveito a oportunidade para deixar aqui um Feliz Natal (não vai dizer que sou pão-dura e estou querendo economizar com ligações e cartões!) para quem tiver a “santa paciência” de ler este blog. Um grande bj e até a próxima.
Música pra todas as horas
Sabe, música é um negócio interessante. É capaz de te fazer rir, é capaz de te fazer chorar, de levantar o astral, de te deixar deprê. E tem música que te dá uma emoção diferente dependendo do momento. Váááárias foram marcantes na minha vida. Cê quer exemplos? Tá bom então. Vou cavucar aqui na cabeça.
...
Lembrei de uma. Tava eu lá no banco de trás do carro, com uns 12 ou 13 anos de idade, junto dos pais e da minha-irmã-companheira-de-banco, indo passar o dia na piscina da casa de uns amigos da família. Escutava música no walkman, porque meu pai nunca gostou muito de música no carro. Vai entender. Então. Na fita tava gravado o disco do Guns 'N Roses, e quando chegava em Sweet Child of Mine, eu quase arrebentava os ouvidos. Era bom demais.
Até hoje é assim. Quer dizer, claro que não escuto mais música desse jeito, mas até bem pouco tempo atrás, quando escutava música no Trovão Azul (ah, depois eu conto!), e era música de alto astral, tinha que ser berrando. A música, não eu. Ah, cê entendeu.
...
Lembrei de uma. Tava eu lá no banco de trás do carro, com uns 12 ou 13 anos de idade, junto dos pais e da minha-irmã-companheira-de-banco, indo passar o dia na piscina da casa de uns amigos da família. Escutava música no walkman, porque meu pai nunca gostou muito de música no carro. Vai entender. Então. Na fita tava gravado o disco do Guns 'N Roses, e quando chegava em Sweet Child of Mine, eu quase arrebentava os ouvidos. Era bom demais.
Até hoje é assim. Quer dizer, claro que não escuto mais música desse jeito, mas até bem pouco tempo atrás, quando escutava música no Trovão Azul (ah, depois eu conto!), e era música de alto astral, tinha que ser berrando. A música, não eu. Ah, cê entendeu.
4 de novembro de 2005
As músicas da nossa vida

Muito bem! Convite aceito! Então aqui vamos nós iniciar nossa saga... Estava eu aqui, dando tratos à bola (ih! de onde será que vem essa expressão?) para ver se conseguia inventar um tema bacana pra falar nesse post inaugural (tá bom! eu sei que já é o terceiro, mas como o primeiro foi um convite, e o segundo a aceitação, não valem) e me peguei cantando com a música que o maridão colocou pra tocar no computador (mais um parêntese: o maridão é o DJ oficial do casal, escolhe os discos, as músicas, organiza tudo... uma maravilha). E me lembrei que outro dia mesmo ele tinha posto pra tocar o disco do “Ultraje a Rigor” (esse que veio na onda de saudosismo dos anos 80) e comecei a cantar uma música que eu nem lembrava mais que existia. O mais engraçado foi lembrar de toda (ou quase toda) a letra, mesmo tendo mais ou menos uns, uh..., uns 15 anos que não ouvia a dita cuja. Então me peguei lembrando dos dias da adolescência passados escutando aqueles discos de vinil que eu amava mais que tudo na vida. Tinha aquele do Ultraje mesmo, com um telescópio com um olho esquisito na capa (vide foto); os dois do RPM (quem não era apaixonada pelo Paulo Ricardo que jogue a primeira pedra) com praticamente as mesmas músicas; As Quatro Estações da Legião; e um montão de outros que eu nem me lembro direito. Mas o que eu lembro é de ouvir incontáveis vezes os mesmos discos, as mesmas músicas e saber todas elas de cor. Lembro de ficar emocionada ouvindo “Quando o Sol bater na Janela do Teu Quarto”. Lembro de dançar ao som de “Marylou”. Lembro ainda de ficar esperando que a estação de rádio da moda da época (acho que era a Rádio Cidade, no Rio) tocar “Faroeste Caboclo” (tocava sempre na mesma hora, e dava pra escutar antes de ir para a escola). Foram mesmo tempos maravilhosos. Hoje a gente pode escolher entre os oitocentos mil CDs de casa pra ouvir uma música, mas naquela época, comprar aquele LP sonhado era um sufoco. Tinha que ir umas 10 vezes na loja, olhar bem, namorar muito e atormentar a vida do paizão pra conseguir comprar. Era mais difícil, mas quando a gente chegava em casa com aquele pacote gigante, abria e colocava pra tocar valia mais que tudo no mundo. Ih! Acho que me bateu o tal do saudosismo!!! Melhor parar por aqui! Um grande bj e até a próxima.
Idéia maluca!
Agora vê se pode! Só me faltava essa! Perder meu tempo escrevendo bobagens... É cada uma que essa mulher me arruma. Ah, não vou escrever é nada!
...
Pensando bem, até que pode ser útil. Afinal, já li muita coisa útil em blogs. Taí, vou tentar. Mas preparem-se porque não costumo escrever nem lista de supermercado.
...
Pensando bem, até que pode ser útil. Afinal, já li muita coisa útil em blogs. Taí, vou tentar. Mas preparem-se porque não costumo escrever nem lista de supermercado.
O início de tudo
Eu e minha cara metade temos passado um tempão lendo blogs alheios... De fato é divertido pra caramba, mas chega uma hora que a gente acaba cansando. Então surgiu em minha cabecinha uma brilhante-idéia (eu adoro ter brilhantes-idéias): porque não podemos escrever o nosso próprio blog?! Acho que vai ser bacana pra chuchu.
Então resolvo perguntar ao maridão o que ele acha da minha brilhante-idéia. Mas fiquei com medo de ele achar que fiquei maluca de vez e começar a buscar no google o endereço do manicômio mais próximo. Por isso, decidi eu mesma escrever o primeiro post do nosso futuro-possível blog e mostrar pra ele (assim ele vai ficar convencido dos meus dotes literários e entrar de cabeça nessa nova empreitada).
Acontece que, pra ser sincera, não pensei ainda (eu não disse que as minhas brilhantes-idéias eram perfeitas) sobre o que exatamente nós iremos escrever no nosso blog. Mas acho que não tem muito problema não, as pessoas escrevem sobre qualquer abobrinha nos blogs, porque não podemos escrever as nossas próprias?!
Então aqui estou eu: propondo um blog para meu marido! (uhmm... acho que talvez essa proposta seja meio particular...) Vamos ver se ele topa...
Então resolvo perguntar ao maridão o que ele acha da minha brilhante-idéia. Mas fiquei com medo de ele achar que fiquei maluca de vez e começar a buscar no google o endereço do manicômio mais próximo. Por isso, decidi eu mesma escrever o primeiro post do nosso futuro-possível blog e mostrar pra ele (assim ele vai ficar convencido dos meus dotes literários e entrar de cabeça nessa nova empreitada).
Acontece que, pra ser sincera, não pensei ainda (eu não disse que as minhas brilhantes-idéias eram perfeitas) sobre o que exatamente nós iremos escrever no nosso blog. Mas acho que não tem muito problema não, as pessoas escrevem sobre qualquer abobrinha nos blogs, porque não podemos escrever as nossas próprias?!
Então aqui estou eu: propondo um blog para meu marido! (uhmm... acho que talvez essa proposta seja meio particular...) Vamos ver se ele topa...
Assinar:
Postagens (Atom)

